terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Poucas e boas...

Abalos sísmicos

A manhã de hoje ficou por conta de uma avalanche de comentários acerca de pequenos abalos sísmicos que foram sentidos em algumas partes da ilha de São Luís. Informações mais precisas dão conta de que os tremores foram sentidos com maior intensidade no município de Belágua, que fica a 280 km de São Luís. Fenômenos geofísicos à parte, não demorou para o povo ludovicense a começar com as piadas costumeiras. Uns diziam que fora a “serpente encantada” que circunda a ilha de São Luís que acordara de seu profundo sono. Esta lenda diz que a “ilha de São Luís afundaria” quando a serpente acordasse.

Brincadeiras à parte, o tremor de terra sentido em várias cidades do maranhão, segundo o site UOl, teve origem em um terremoto de magnitude 8,3 cujo epicentro foi no Chile. Na cidade de Belágua, os abalos alcançaram a marca de 4.6 na escala Richter. Em São Luís, o susto levou várias pessoas a desocuparem repartições públicas, lojas e residências.


Carlos Antônio e Nonato Cutrim

Os dois cidadãos acima são pessoas da minha relação de amizade. Os dois integram a partir do dia 1º o quadro de Secretários Municipais de Paço do Lumiar na gestão do prefeito Domingos Dutra. Carlos Antônio é administrador e advogado, ex-secretário adjunto de administração de São Luís, na gestão Jackson Lago. Tem passagem também pelas prefeituras de Pinheiro e São João Batista. Recentemente era um dos diretores da AGEDE.


Dr. Nonato Cutrim, médico sanitarista e conterrâneo é a maior autoridade em doenças tropicais. Já foi secretário de saúde São João Batista e mais recentemente esteve à frente da Secretaria de Saúde de Santo Amaro.

Em Paço do Lumiar, Carlos Antônio vai comandar a PREVPAÇO (Previdência Municipal), enquanto Dr. Cutrim vai comandar a pasta da Saúde. Aos dois boa sorte e muito sucesso.


Abono de dar inveja

O ex-prefeito Sérgio Albuquerque ao sair de sua gestão deixou os professores da rede municipal de educação de Primeira Cruz, na Região do Munin Maranhense, felizes porque receberam um grande abono neste fim de ano. Agora em dezembro, além do 13º, eles ainda viram suas contas bancárias engordar com o 14º, 15º, 16º e 17º salários. Tudo isso fora o salário do mês e as férias. Foram oito salários em menos de 30 dias.

Todo esse abono importou em R$ 8.500,00 para o professor de uma matrícula. Os que tem duas matrículas receberam a importância de R$ 17.000,00. Parece milagre, mas a prefeitura tem uma explicação simples. Segundo a prefeitura, além de um bom planejamento, isso só é possível porque não há desvio de função na classe de professores, nem contratação abusivas com professores substitutos. 

Os próprios professores, que fazem parte do Conselho do Fundeb, fiscalizam a verba, sem conivência ou conchavos.


Posse em São João Batista

Foi muito concorrida a posse do Engº João Dominice à frente da Prefeitura de São João Batista. Toda a solenidade de posse ocorreu no Ginásio de Esportes Nonatinho Diniz. A missa em ação de graças, a eleição da mesa da Câmara, a posse do Prefeito e da Vice e o coquetel aos presentes, tudo aconteceu em um só lugar. Os fatos que chamaram atenção foram ou que fugiram à normalidade foram as vaias dadas aos vereadores Cabeça e Louro que não votaram na única chapa que concorria à nova mesa da Câmara Municipal. O vereador Louro demonstrou imaturidade num discurso agressivo aos demais colegas de parlamento, o que levou a uma reação dos presentes.

A eleição da Câmara teve chapa única, no que provou que a oposição não teve a capacidade de articular-se numa chapa concorrente. Assim sendo, a chapa encabeçada pelo vereador Assis Araújo, que já contava com sete votos, dos onze vereadores, terminou por ganhar mais dois votos na hora da votação. Os vereadores Thales e Chico de Nhozinho terminaram por votar em Assis Araújo.

Um outro fato que ficou notório foram as vaias dadas ao ex-Prefeito Júnior de Fabrício, que deixava o governo após três meses de gestão, após o afastamento do Prefeito Amarildo Pinheiro. A reação dos que vaiaram justificou-se pela condição em que Júnior estava deixando o município: muitos servidores sem receber seus salários, inclusive secretários municipais, prestadores de serviços, além de médicos. É bom lembrar que quando assumiu interinamente o governo, Júnior prometera organizar as finanças do município, atualizar pagamentos. Chegou inclusive a prometer algumas obras, mas que pelo visto não foi possível realizá-las.


O “Day after”

Passadas as solenidades de posse do novo Prefeito, Secretários Municipais e Vereadores, as atenções se voltam para a nomeação dos segundos, terceiros, quartos (e quantos mais) escalões da esfera municipal. Não vão faltar os que buscam cargos que muitas vezes lhes foram prometidos. É a hora da “porca torcer o rabo”, como se diz no popular. Nestas horas, o encontro com a verdade é muitas vezes decepcionante. Alguns saem zangado, xingam. Mas também é a hora do chefe do executivo traçar um norte na sua administração. Nomear as pessoas certas para os cargos certos e exigir metas a serem alcançadas.

É sempre bom lembrar que o maior ganho é o ganho coletivo. Quando todos ganham, todos crescem. São João Batista, a exemplo de outros município do Estado, tem muitas potencialidades e que precisam ser descobertas com o propósito de gerar renda ao seu povo.


O “filósofo popular” Batidor costumava dizer: “Cada qual no seu cada qual”. Talvez valha para o agora e para o amanhã.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Carta aos meus leitores

Olá, meus amigos,

Estou de volta. Exatamente pra recomeçar com o ano que se inicia. 2016 se foi e com ele as amarguras de um ano difícil, mas de superação. Por isso, demos graças a Deus. Pelas provações e pela capacidade de superá-las, com a força dos amigos e familiares.

Estive afastado desta nossa missão como informante da notícia e formador de opinião porque fora preciso que tivesse que enfrentar um processo cirúrgico. O diagnóstico a que estava submetido me roubou por uns dias apenas, o chão dos meus pés. A cirurgia era inevitável. E lá fui eu, investido na fé e convencido da certeza de que era o melhor a fazer. Fiquei combalido. Mas me equilibrei. Busquei forças no Deus-Pai, criador do Universo e estou aqui me refazendo a cada dia. Afinal a vida é assim, um constante refazer-se...

Hoje, quase a completar dois meses do procedimento cirúrgico (Prostatectomia radical) volto a escrever no Blog. Volto gradativamente às minhas atividades, normais, como cidadão, como funcionário público, e sobretudo como alguém que manifesta suas convicções na arte de informar e de educar através da informação, sempre pautado na responsabilidade. Volto acima de tudo agradecido a Deus pelo dom da vida.

Às inúmeras manifestações de apoio e carinho, a minha mais profunda gratidão. Aos amigos e seguidores era preciso esta explicação.

                               Um grande abraço,


                                          João Batista Azevedo

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Cabeça: um vereador com sete mandatos

Vereador Cabeça
Seu nome: Francisco Furtado Penha, mais conhecido como “Cabeça”, acaba de se eleger para o sétimo mandato de vereador consecutivo, feito este só conseguido até então pelo ex-vereador Santinho Gomes que igualmente colecionou sete mandatos como vereador de São João Batista.

Cabeça elegeu-se para seu primeiro mandato nas eleições de 1992. Na condição de motorista da “Marinete”, um caminhãozinho três-quarto da Prefeitura de São João Batista, que no primeiro mandato de Zequinha Soares (1989-1992), fazia o transporte de passageiros e cargas para São Luís, Cabeça ganhou popularidade. A partir de então, uma vez eleito, cabeça definiu suas bases eleitorais e foi conseguindo um mandato após o outro. Em tempo: a denominação “Marinete”, deveu-se a uma referência a um veículo de transporte de passageiro que existiu na novela global, Tiêta, exibida à época.

Ao longo desses 24 anos de mandato, são muitas as histórias relacionadas ao vereador. Uma dessas histórias, diz respeito a uma de suas eleições quando ainda o voto era através da cédulas eleitorais. O então juiz eleitoral da comarca de São João Batista, Dr. Martinho, certa vez interpretou de modo hilário um determinado voto, dado por um determinado eleitor, a um também candidato à época denominado Piruca. Na confusão, e por não ter o candidato feito tal registro, o Meritíssimo decidiu que o voto seria do vereador Cabeça, pois, segundo ele, é “em cabeça que se bota peruca”.  A decisão causou perplexidade e risos. Mas prevaleceu a sorte do vereador...

Muitos dos seus mandatos foi elegendo-se pelo PMDB. Com passagem por outros partidos, para este sétimo mandato, o vereador acaba de eleger-se pelo PRP.

Cabeça no exercício do mandato, procura ser prestativo e atencioso com seus eleitores. Para este mandato o vereador recebeu 362 votos. Não foi a melhor de suas votações já obtidas ao longo de todos os seus mandatos, mas ainda assim, esta quantidade de votos lhe rendeu um eleição garantida.

Ao nobre vereador - a quem tivemos a honra de ombreá-lo no parlamento joanino, na legislatura de  1997 a 2000 - queremos desejar sucesso no exercício de mais um mandato.

À guisa de informação estes são os mandatos (legislaturas) conquistadas pelo vereador Francisco Furtado Penha (Cabeça): (1993 – 1996), (1997 – 2000), (2001 – 2004), (2005 – 2008), (2009 – 2012), (2013 – 2016) e (2017 – 2020).

                            

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Erros e acertos na eleição para vereadores

Só agora rescaldados os focos dos incêndios passionais e acalmados os ânimos e as decepções dos que concorreram a cargos de vereadores das eleições municipais de São Joao Batista, o Blog volta ao assunto a respeito das previsões aqui feitas.

Dissemos na ocasião que se tratava de uma prospecção e que não tinha base estatística, científica, aritmética ou qualquer fundamento legal, como se insurgiu uma certa criatura. Era pura intuição mesmo, ou no máximo, a consolidação daquilo que muitas vezes é batido e debatido nos quatro cantos da cidade. E assim previmos! Erramos e acertamos! Era natural que assim fosse..., afinal esta foi uma eleição de muitos acontecimentos e que certamente vai ficar pra história.

Afirmamos que a renovação na câmara passava da casa dos 50%. E passou. Chegou a cerca de 80% (e isto foi bom, apesar de surpreendente). Haja vista que dos 11 vereadores, apenas 03 (três) renovaram seus mandatos. Há de se considerar aqui que, dos oito, três não concorreram às vagas de vereadores.

De todos os eleitos só um nome não fora mencionado por nós: Lurdilene, a vereadora eleita numa, até então, impensável segunda vaga conquistada pela coligação “A mudança somos nós”. Todos os demais eleitos foram relacionados por nós como prováveis eleitos, independente da ordem, como fizemos questão de frisar. Neste ponto acertamos. Entretanto erramos quanto ao número de vagas a serem preenchidas pelas coligações. Nosso maior erro foi no número de vagas a serem conquistadas pelo chapão. Falamos em número de seis, mas somente quatro vagas couberam para essa coligação. Para a coligação “Unidos pela liberdade” projetamos a possibilidade de duas vagas, mas terminaram por conseguir 03 (três), conseguidas pelos mesmos candidatos por nós mencionados. Aqui, deveu-se à espetacular votação dos eleitos e dos demais da coligação.

Pelo PP, cujos candidatos concorriam sozinhos sem coligação, projetamos a possibilidade de elegerem 02 (dois) vereadores. 01 (uma) era dada como certa. Aqui também prevaleceu a boa e surpreendente votação dos que se elegeram: Jorge de Baduca e Thales Pinheiro, que ultrapassaram a que havíamos projetado como a primeira da coligação, no caso Jussiane.

De alguma forma acertamos em grande parte nos nomes que estariam na composição da nova câmara de vereadores de São João Batista. Dos dezoito nomes sugeridos, dez garantiram vagas, das onze que compõem a câmara.  

Aos eleitos, almejamos sucesso no desempenho das funções legislativas, que imaginamos, a estas alturas, sejam da apropriação de todos, sem esquecerem que, os mandatos são não sua essência “um crédito de confiança” que será cobrado daqui a quatro anos.

À propósito de nossas previsões, elas continuarão a ser feitas, sem mácula ou transgressão legal, muito menos com propósitos só imagináveis por quem nada ou pouco sabem de legislação eleitoral.


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Assim pode ser a nova Câmara de Vereadores

A menos de cinco dias para as eleições municipais e considerando os últimos “vai-e-vem” de alguns candidatos e as movimentações indesejadas de outros, vamos nos propor a uma análise dos prováveis eleitos para a nova câmara municipal de São Joao Batista.

Nossa análise é baseada no perfil político de cada candidato dentro do seu respectivo partido ou coligação. Esta avaliação está sujeita a variações de ordem. Não pretendemos cravar os resultados que sairão das urnas no próximo domingo, mas tão somente prospectar aqueles que no desenrolar do seus projetos políticos despertaram no eleitorado o interesse pelo voto.

Adiantamos que a renovação na câmara ultrapassa a casa dos cinquenta por cento. Isto é alimentado de saída, porque três dos atuais vereadores não concorrem ao mesmo cargo. Mecinho e Luiz Everton concorrem a cargos majoritários, isto é, são candidatos a prefeito, enquanto o vereador Rui Serra, abdicou da candidatura em favor de sua esposa, a Professora Zilmara.

O coeficiente eleitoral

Chama-se coeficiente eleitoral a soma dos votos bons (votos válidos dados aos candidatos + os votos dados por ventura só à legenda), divididos pelo número de vaga na câmara de vereadores. Especula-se que, nestas eleições, o coeficiente eleitoral chegue a 1.400 votos mais ou menos. Desta forma, o partido elegerá um vereador ao atingir o coeficiente eleitoral, desde que esse candidato atinja 10% dos votos do coeficiente eleitoral, como consta da nova regra eleitoral para estas eleições. Isto significa dizer que, mesmo que um partido ou coligação atinja o coeficiente eleitoral, um vereador deste partido ou coligação só estará eleito se conseguir no mínimo 140 votos, ou seja 10% dos votos do coeficiente.

As previsões pessimistas

Sem nenhum espírito de maldade, avaliamos que apenas quatro coligações/partidos poderão alcançar o coeficiente eleitoral e consequentemente eleger vereadores. A coligação PPL/PPS sequer existiu de fato. Não elege ninguém. Também assim a coligação São João Batista para todos (PMDB/PSL/PR) não atingirá o coeficiente eleitoral, e por isso também não elege ninguém. Os partidos Rede Sustentabilidade e o PMN cumprem apenas um desejo de suas candidaturas majoritárias, e assim também não elegem ninguém para a câmara municipal. A coligação Unidos pelo povo (PV/SD/PROS/PSD), a considerar a performance eleitoral dos seus candidatos, dificilmente fará o coeficiente eleitoral, mesmo tendo o vereador Ivan (o mais votado na eleição passada) e que certamente, pela conjuntura atual, não repetirá a mesma votação.


As previsões otimistas

A coligação Unidos pela liberdade (PSDB/PTB), apesar das defecções sofridas ainda faz o coeficiente eleitoral e projeta a possibilidade de eleger 02 (dois) vereadores, mesmo que tenha perdido cerca de 700 votos que lhes deixaram de ser auferidos pela impugnação de Valdeci Pinto, falecimento do ex-vereador Nonatinho e algumas desistências. Deve ser o mais votado da coligação e se eleger Assis Araújo. Júnior de Valdez, na segunda vaga é seguido bem perto por Isaac.

Por sua vez a coligação do candidato Mecinho que traz os partidos PRP/PRB/PSB e PEN denominada de “A mudança somos nós”, tem a possibilidade de eleger (01) vereador, com maior possibilidade para o experimentado vereador Cabeça, salvo alguma supressa pouco improvável.

O Partido Progressista (PP) reuniu candidatos bastante equilibrados eleitoralmente, e poderia certamente eleger 01 (um) vereador e ainda ficar com uma sobra razoável para brigar pela última cadeira, entretanto vitimados pelos revezes da política, alguns dos seus postulantes podem não mais merecer o voto dos eleitores, sacrificando assim a possibilidade de conseguir a segunda vaga. Ainda assim garante a eleição de (01) um vereador e, em permanecendo as previsões anteriores, briga por uma segunda vaga. Deve eleger-se a candidata Jussiane Cutrim. Numa possibilidade de uma segunda vaga, disputam essa vaga os candidatos Jorge de Baduca, Tales e Claudia Gomes.

O embate mais ferrenho está reservado ao chapão.   Lá a briga é de foice, martelo, rosa mística e outros elementos simbólicos, uma vez que a coligação é forte e seria muito mais se de fato houvesse uma concreta união. Ainda assim cognominada de “Unidos somos fortes”, esta coligação elege o maior número de vereadores. Deve ficar com 06 (seis) ou 07 (sete) vagas das 11 (onze) cadeiras da câmara. Numa disputa autofágica, cerca de 10 (dez) candidatos disputam estas vagas. Devem garantir vaga nesta coligação e reeleitos os vereadores Louro (que pode ser o mais votado), Aguiar, Uira e a estreante Zilmara. Para as demais vagas (sendo 02 ou 03), estarão na disputa Renato Machado, Rico Pinheiro, Chico de Nhozinho, Dezinho, Marçal e Cristina. Aqui, uns com mais outros com menos chances.

Como se observa, esta deve ser a nova configuração da câmara municipal. Esperamos estar certo. Entretanto diante de tantas incertezas que foi esta eleição, de tantos fatos inimagináveis, tudo pode acontecer. Inclusive nada.

Esta nossa análise está embasada puramente no conhecimento empírico, na experiência e vivência de quem conhece os políticos e os eleitores de minha terra.  E eu acho que os conheço.



domingo, 25 de setembro de 2016

Anajatuba: Traição do vice Sydnei a Helder Aragão custou caro ao município

A
Um levantamento feito no pequeno município de Anajatuba, a 120 km de São Luís, seria suficiente para se constatar que a gestão do prefeito Helder Aragão, que assumiu a 1° de janeiro de 2013 e foi afastado no dia 9 de outubro de 2015 (dois anos e 10 meses), deixou um saldo positivo, especialmente no setor da educação. Reforma de todas as escolas, construção de quadras nos povoados Afoga, Bacabal e no bairro Limirique, objetivou tirar do mundo das drogas a juventude anajatubense. Outras obras nessa área, também tiveram sua construção começada, mas, não houve tempo para a conclusão e o substituto de Helder simplesmente as abandonou.

O transporte escolar funcionava com normalidade, merenda escolar era oferecida com fartura, os professores eram pagos religiosamente em dia e o respeito aos servidores em geral, passou a ser regra na administração que desenvolveu, ainda, significativo trabalho nas áreas social e de saúde.

No ano que Hélder Aragão assumiu a prefeitura (2013) o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) era um dos menores do Maranhão (215° posição). Então ele tomou a iniciativa de contratar o Sistema Aprende Brasil, da Editora Positivo para assistir a equipe multiprofissional responsável pela gestão da educação, qualificando professores, por meio de formações pedagógicas realizadas por profissionais da mais alta competência trazidos de São Paulo-SP e Curitiba-PR e fornecendo material didático de qualidade associado a sistemas informatizados. O resultado dessa ação foi que em 2013 Anajatuba alcançou o índice de 4.4 e em 2015 4.8 saltando positivamente do 215° para o 26° lugar, no Maranhão.

Essas informações constam da página oficial do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

Quando o prefeito Helder Aragão foi afastado do cargo, o seu vice Sydnei Pereira, apontado como o autor das denúncias que culminou com o afastamento do titular, limitou-se a tocar a administração de forma desinteressada, desmerecendo a população e de modo especial a juventude que demonstra satisfação com os feitos de Helder Aragão, principalmente na educação e nos esportes.

As várias obras iniciadas não foram concluídas por falta de tempo. Mas a primeira parcela da verba (convênio com o governo federal) ficou depositada nas contas da Prefeitura como foi o caso da creche do bairro Limirique, o prefeito em exercício, porém, sequer se interessou em realizar as licitações para a construção ou aquisição do material, não se sabendo, portanto, o que foi feito com o dinheiro.

É recebida com naturalidade a decisão de a Justiça afastar um prefeito por irregularidades praticadas no cargo, mesmo que seja por inexperiência ou vontade exagerada de fazer. O que não é admissível é o substituto, no caso o vice-prefeito assumir a Prefeitura como se fosse uma empresa de sua propriedade, abandonar as obras iniciadas, e a cidade como um todo; praticar desmandos, cooptar cabos eleitorais com benesses oferecidas pelo poder público na tentativa de se eleger novamente, sem considerar a responsabilidade que o cargo exige.

O vice-prefeito deveria comportar-se como auxiliar do titular, ajudá-lo a realizar uma administração visando os interesses maiores da população. Nunca ficar na espreita aguardando o prefeito errar, para denunciá-lo e se apoderar do cargo para tirar proveitos pessoais, como acontece hoje. Isso são traição e mau-caratismo - piores sentimentos do homem. 

A legislação brasileira, para impedir essa “indústria” que beneficia, às vezes, quem “se elege” à sombra de outrem, deveria determinar que no caso de irregularidades praticadas pelo prefeito, a cassação atingisse os dois e promover novas eleições. Nesse caso o vice só poderia assumir o cargo por licença, renúncia ou morte do titular. A culpa por prática de atos ilegais seria atribuída a ambos e dar-se-ia, assim, fim às traições políticas que variam de acordo com interesses pessoais dos parasitas do poder.

Mas quando a autoridade decide pelo afastamento de um prefeito, como é o caso, parece não se importar com o que o substituto é capaz de fazer. Comporta-se (o beneficiado) com o poder de quem recebeu um salvo conduto, imune à denúncia do órgão fiscalizador. Por isso, como se diz em Anajatuba, Sidnei “está deitando e rolando!”... E o que é mais grave: sobre a população.  Seria oportuno alertar, inclusive, o representante do Ministério Público Eleitoral, para esse comportamento abominável de Sydney Pereira que tenta, a qualquer custo, cooptar cabos eleitorais visando à eleição do próximo domingo.

Ademais quando é sabido que ele é indiciado pela Polícia Federal como beneficiário de supostas irregularidades envolvendo as empresas que ensejaram o afastamento do prefeito Helder Aragão, em 2015. Apesar disso Sydney insiste na prática do arbítrio obrigando funcionários, empresários, comerciantes e fornecedores a declararem apoio à sua candidatura, sob pena de não receberem pagamentos a que tem direito. Pesa sobre Sydnei a denúncia de que agora, às vésperas da eleição, “contratou verbalmente” um morador de cada casa do povoado Bacabal – um dos maiores do município. Um absurdo. 
(Da Coluna do Jersan - Edição deste domingo 25.09.206)

sábado, 24 de setembro de 2016

Nonatinho Diniz, para sempre um nobre vereador!

Ex-Vereador Nonatinho Diniz
A notícia do falecimento de Nonatinho chocou a muitos conterrâneos e amigos da nossa cidade. Ainda que estivesse lutando contra um câncer na perna, que às vezes o fazia caxingar, Nonatinho estava em plena campanha por mais um mandato à câmara de vereadores.

Concorria pelo PTB, partido pelo qual se iniciou na política quando da sua primeira disputa à Câmara de Vereadores, no fim dos anos 80, mais precisamente nas eleições de 1988, quando integrava o grupo de candidatos do então candidato a Prefeito Dr. Ferreira.

Raimundo Nonato Diniz, natural de capim-açu, era um apaixonado pela política. Era daqueles que fazia a boa política, a política solidária. Respeitador, humilde e íntegro são algumas de suas muitas características.

O seu caráter humanitário e sempre prestativo o conduziu à câmara de vereadores em sua segunda tentativa. Elegeu-se na eleição de 1992, para a legislatura de 93 a 96, chegando inclusive a eleger-se como Presidente da Câmara do segundo biênio. Concorreu à reeleição e novamente se elegeu com uma expressiva votação.

À frente da presidência da Câmara fora até então o mais cuidadoso com suas responsabilidades. É de sua lavra a aquisição de “birôs” para cada um vereador, bem como, foi na sua gestão que a Câmara passou a ser reconhecida como entidade jurídica.  Até então o mobiliário de que se utilizavam os vereadores eram carteiras escolares cedidas pela Escola Cenecista, onde funcionava agregada a Câmara de Vereadores.

Sua trajetória política é marcada de muitos episódios. Dizem que não media esforços para tirar o último centavo do seu bolso para ajudar a quem lhe pedia por necessidade. Certa vez, contam alguns, levava para casa alguns mantimentos para o almoço do dia de sua família, e ao encostar na casa de alguém que alegara não ter o que comer naquele dia, ele prontamente ofertou o que levava e foi pra casa de mãos vazias.  Era assim Nonatinho. Tinha prazer em servir. Um homem que fez da simplicidade sua marca registrada.

Nas últimas eleições não logrou êxito nas urnas, apesar de sempre garantir uma boa votação. Na última eleição municipal, concorrendo pelo PT (Partido dos Trabalhadores), ele ficou na segunda suplência, chegando inclusive a assumir uma cadeira na Câmara por 3 meses.

Em vida, sempre foi um incansável. Fazia política comunitária por convicção. Tinha algumas limitações é verdade, mas sabia muito bem o princípio da política. Não era de acordos, conchavos, nem fazia acordos que denegrissem a sua honra. Não tratava na cozinha de lideranças políticas. Seu compromisso era sempre notório. E por esta razão e performance tinha admiração de muitos.

A política joanina perde um dos grandes nomes.



quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A política nossa de cada dia

A palavra “política” provém do grego “politiká”. Tal palavra era usada para se referir a tudo relacionado à Polis (cidade-estado) e à vida em coletividade. Sendo assim a política está diretamente relacionada com a vida em sociedade, no sentido de fazer com que cada indivíduo expresse suas diferenças e conflitos sem que isso seja transformado em um caos social.

A grande maioria das pessoas acha que política é uma atividade relacionada com governo, partidos políticos, esfera pública, ideologia, etc. Quem assim pensa ou pensou até hoje, não entendeu e não entende nada de política, e nessa esteira, o nosso universo político está cheio.

A política não está presente só na vida pública. A política é uma atividade humana. Portanto, dentro de casa, nos negócios, nas empresas, nas escolas entre alunos e professores, entre marido e mulher, em todos esses ambientes a política está presente. E com ética deve ser exercida.

Exatamente isto é o que se deve exigir de um político quando pensamos em lhe creditar o voto: que ele seja ético, que pense no coletivo e que tenha uma visão plural das políticas públicas a serem implantadas no espaço que pretende representar. Lamentavelmente não é o que se vê, em particular na nossa política.

Ora, se nos sentimos enojado com a política que é feita sobre as nossas cabeças, lá em cima, seria de boa ética que aqui embaixo pudéssemos agir de modo diferente. Isto cabe aos dois personagens desta epopeia: ao político e ao eleitor. Seria o caso de punir os corruptos que querem renovar seus mandatos, mas nem sempre é isso que acontece. Muitas vezes os reelegemos. Daí, depois de nada adianta reclamar quando os políticos sem ética começarem a aprontar suas presepadas. Por outro lado, o político calça-curta, nos rincões interioranos também se espelha nos políticos de altas patentes.

Está em moda, neste tempos de eleições municipais, uma modalidade da “política” e de “useiros da política”: a trairagem. Esta consiste em expor o caráter vil daqueles que precisavam ser éticos e se postam como verdadeiros enlatados de prateleiras, ou simplesmente mercadorias. Vão-se ao sabor do vil metal, do “quem dá mais”. Então há de se perguntar: são esses os políticos que nós queremos? São esses os políticos que precisamos? Certamente que não!

Só teremos bons gestores quando verdadeiramente soubermos escolher os nossos representantes na sua plenitude, sejam para o executivo ou para o legislativo. É hora de banir os que se locupletam, os que só olham para seus umbigos. Não cabe mais na política os que não possuem ideologia, os que mudam ao sabor das ofertas, os que não suportam os revezes da própria conjuntura política. A política é feita de situações, e para enfrentá-las, o agente político precisa ter postura.

A retidão de caráter deve ser a maior das virtudes daqueles que se dispõem a ser representante do povo. Se não, como confiar o voto a quem não preza à moral e à condição de homem público? Que ideia faz aquele que foi persuasivo junto ao político que age com desonestidade e venalidade? Quem compra e quem vende apoio/votos são igualmente merecedores da repulsa do eleitor.

Na política, perder ou ganhar é parte que cabe aos agentes da política. E é preciso resistir. Vencer deve ser mérito e prerrogativa do povo apenas. Ao eleitor cabe o julgamento dos políticos que queremos.

E o eleitor é povo.

P.S.: Qualquer associação ou semelhança com algum caso que você conheça não terá sido mera coincidência.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

À propósito do impeachment de Dilma Roussef

Por Lucenilton Martins Popito (*)

Lucenilton Martins
Finalmente o desfecho de uma farsa chamada Impeachment. Quem quiser ou puder, que leia a postagem até o fim e não apenas o cabeçalho para não tirar conclusões precipitadas e não julgar equivocadamente meu posicionamento.

Em 2014 eu votaria em Eduardo Campos para presidente se não tivesse falecido tragicamente. Votei em branco. No segundo turno votaria em Marina se ela tivesse disputado. Votaria neles não por achar que seriam os redentores da nação, mas por um misto de falta de opção com alternância de dirigentes no país, embora tivesse certeza que nenhum os fosse.

Sobrou-nos a temida escolha do "menos pior". Acabei optando por Dilma, não por ela, mas pelo que vivenciei em minha adolescência e juventude quando o projeto que Aécio representa quase entregou o país à colonização Norte Americana nos anos 90. Quando a Dilma venceu novamente não foi nada que me fizesse comemorar pois o maior erro do PT foi as temerosas alianças que fizera com caquéticas oligarquias que só permitiram a governabilidade do PT enquanto Lula conseguiu funcionar como uma espécie de conciliador de classes. Ou seja, enquanto no seu governo, pobres melhoraram sua condição humana e ricos conseguiam ganhar ou pelo menos não perder muito e isso é muito difícil num país de histórica deficiência na distribuição de renda. Depois da crise foi " farinha pouca meu pirão primeiro" lá em Brasília. 

Esses dois projetos políticos PT/ PSDB polarizaram as disputas eleitorais no Brasil por 20 anos. É muita coisa! Nós brasileiros temos uma péssima cultura de escolher mal nossos representantes e cobrar errado e até injustamente quando os políticos não correspondem aos interesses da população. A carga sempre pesa no Poder Executivo que toma as principais decisões. Mas esquecemos que muitas coisas dependem das discussões no Legislativo e aí que ocorre muitas vezes, com raríssimas exceções, o pacto da mediocridade política com negociatas e chantagens nocivas aos interesses populares. E quando interesses de poderosos são contrariados sempre sobra para o lado mais fraco, o do povo!

A crise política atual não ocorreu somente por culpa de uma duas ou meia dúzia de pessoas. Foi o contexto geral tendo como pano de fundo o fato de um desses projetos políticos não suportarem mais estarem fora do comando do país.

Sempre me posicionei contra a farsa do Impeachment por vários motivos, sendo os principais: A falta de embasamento jurídico; a incompetência moral dos julgadores; a parcialidade das instituições que contribuíram para a obtenção desse pseudo resultado do afastamento definitivo da presidenta Dilma eleita pela vontade popular mesmo com pouquíssima diferença; a seletividade na indignação popular e a sórdida contribuição dos meios de comunicação que tomaram as dores e trataram de preparar o território para esse GOLPE de estado!

A pressa para acabar com esse processo tem uma explicação lógica: EDUARDO CUNHA! Traduzindo: Ou os golpistas deixam o caminho livre com o Impeachment e deixem Cunha cair no esquecimento OU todo mundo viveria o maior inferno astral de suas vidas nas mãos de Cunha se fosse cassado! Quase todos os ministros de Temer caíram por corrupção ou foram indiciados em menos de um mês de governo ilegítimo.

Deixo bem claro que não se trata de defender a Dilma ou Lula ou PT até por que não tenho político de estimação. Me preocupo com as graves consequências e perigosos precedentes jurídicos que só servirão para por em risco a democracia. Eu por exemplo, como advogado poderei no futuro pedir a quebra de sigilo de investigação se for para beneficiar meu cliente, como fez o parcial juiz Moro no diálogo entre Lula e Dilma e irei sempre citar esse precedente mesmo sendo ilegal. 

Multidões foram às ruas entendendo estar conscientes do que estavam fazendo pediam a deposição de uma presidente e prisão de um ex presidente meramente como vingança, algo abominável no mundo jurídico. Fizeram adesivos de Dilma com pernas abertas no tanque de combustível. Fizeram bonecos presidiários de Lula e Dilma, tudo graças à democracia que eles lutaram a favor. Mas o curioso é que quanto mais próximo ficou esse desfecho, mais as multidões iam conhecendo os "juízes" do Impeachment e menos gente ia às ruas não sei se por vergonha ou perplexidade.

As figuras que julgaram Dilma, possuem doutorado em corrupção inclusive todos figurando na outra farsa chamada lava jato! Em menos de três meses de governo fajuta fomos "presenteados" com extinção de direitos trabalhistas, previdenciários, extinção da universalidade da saúde pública e do SAMU, fim do ensino superior gratuito para pós graduação, aumento proposital de gêneros alimentícios de largo consumo como o feijão causado pela bancada do agro negócio em detrimento do pequeno produtor; porteira livre para políticos corruptos com a revogação da Lei da Ficha Limpa que é parte do acordo entre golpistas e o judiciário. Ah e por falar em judiciário, vamos lembrar do incrível milagre de concessão de reajuste no vencimento dos ministros do STF em plena crise e rombo nas costas so país. Interessante não?

Se a Dilma tivesse vencido o golpe eu não estaria comemorando nem o mínimo possível e sim cobrando de forma geral, serviço desse congresso parasita que nos últimos dois anos tem apenas discutido interesses particulares e poder pelo poder com pautas bombas que só fizeram o país sofrer.

E a vergonha de quem apoiou tudo isso é visível pois não estão nas ruas hoje comemorando o que tanto queriam, demonstrando até certa ingratidão com os padrinhos do tão sonhado Impeachment: Temer, Eduardo Cunha, Cassio Cunha Lima, Aécio, Romero Jucá, Serra, Alckmim, Pauderney Avelino, Gilmar Mendes, Anastasia, Janaina. É só fazer a busca pelos passados de cada um e veremos quem irá dar as cartas em nossa "Nova" República.

Aí alguém pode dizer "cuidado com essa opinião, Popito, vc pode perder votos por que 70% do Brasil queria o Impeachment".

Não tenho esse medo, pois política não é lugar para covardes e hipócritas (embora isso prevaleça). Antes de ser político sou um cidadão comum com direito à democrática exposição de convicção. Além disso a História e o tempo irão se encarregar de me absolver. 

(*) Lucenilton Martins Popito é advogado com atuação na cidade de São Bento. É candidato a vereador naquela cidade.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Luiz Everton arrasta multidão para sua convenção

O partido do governador do estado, PC do B, lançou o nome do vereador Luiz Everton para o cargo de prefeito de São João Batista. Em convenção bastante concorrida e com a participação de milhares de pessoas, o grupo comandado por Amarildo Pinheiro fechou questão e Luiz Everton foi homologado como o candidato a prefeito. Para vice, foi escolhido o nome do professor Israel Melônio. A convenção foi realizada no auditório do Sindicato dos Pescadores e reuniu milhares de pessoas, autoridades municipais e lideranças políticas.
Na oportunidade, dezenas de pré-candidatos também foram lançados para disputar as onze vagas no Legislativo Municipal. Estiveram presentes o prefeito Amarildo Pinheiro; os 08 vereadores de sua base de apoio e os principais suplentes de vereadores. Numa demonstração de força e peso político, o grupo fechou questão em torno de Luiz Everton. Com o auditório cheio, a convenção reuniu partidos como PC do B, PP, PTN, PSDC, PT, PSC e PDT e quase 30 candidatos a vereador. Por lá, estiveram presentes o deputado e vice-presidente da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão; o prefeito Amarildo Pinheiro, secretários municipais, convencionais e familiares do candidato a prefeito, além de simpatizantes e eleitores. Das oito convenções realizadas em São João Batista, esta foi a maior convenção.
O ato político começou com a fala dos quase 30 candidatos a vereador e a fala das autoridades presentes. Em seu pronunciamento, o prefeito Amarildo Pinheiro falou sobre a sua desistência e disse está feliz que sob a sua coordenação, o grupo escolheu o vereador Luiz Everton para disputar as eleições pelo partido do governador, o qual informou que apoia a candidatura do PC do B em São João Batista. O gestor municipal também fez duras críticas a oposição, principalmente ao candidato do PSDB, João Dominici, o qual disse que não ter compromissos com a nossa cidade e que seu único desejo é livrar a cara do filho, Eduardo Dominici. Por fim, Amarildo disse que a cidade agora tem uma opção viável, que terá seu apoio e apoio do governador do Maranhão e que dentro de alguns dias, já verá a diferença.
Na mesma linha, o deputado federal Waldir Maranhão exaltou a figura de Luiz Everton e disse que está pronto para ajudar o grupo político a conquistar mais esta batalha. Maranhão também aproveitou para sobre a situação recente envolvendo sua ascensão como presidente da câmara e afirmou sofrer perseguição política. Aplaudido de pé, Luiz Everton usou da palavra e falou por quase meia hora sobre a sua trajetória política e sobre o seu projeto para a nossa cidade. Enaltecendo a serenidade do prefeito, Everton disse está preparado para fazer uma gestão voltada para o bem está do povo joanino e que saberá, se eleito, ouvir todas vozes e destacou a juventude como ponto principal.
Agradecendo o apoio dos 8 vereadores, do prefeito, dos suplentes de vereadores e de todos os candidatos a vereador, e principalmente da população e de sua família, Luiz Everton destacou a educação, saúde, infraestrutura e juventude como pontos principais de seu projeto. Ele também falou sobre a conversa que teve com o governador Flávio Dino. Everton afirmou que com certeza que terá o apoio necessário para a sua campanha e lembrou que já foi secretário de seu pai, Sálvio Dino e em nossa cidade apoiou a eleição de Flávio Dino para o governo do estado. Por último, Everton agradeceu a presença de cada um dos que na convenção estiveram presentes e os convidou para fazer parte do projeto político novo para a nossa cidade e dizer não a volta de velhos coronéis.
Luiz Everton é vereador de terceiro mandato. Ainda bem jovem, em João Lisboa foi secretário municipal no governo de Sálvio Dino, pai de Flávio Dino. Em 2014 trabalhou grandemente para a eleição do atual governador, o que levou o governador a ter mais de 7 mil votos.
Do Blog Folha de São João Batista/Jailson Mendes